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Representantes
de candidatos a prefeito de Afogados da Ingazeira reagiram de forma
diferente à divulgação da pesquisa do Instituto Múltipla em parceria com
o blog, em debate hoje na Rádio Pajeú.
Segundo
Anchieta Mascena, que representou o candidato José Patriota (PSB), o
quadro é favorável. “Os números mostram uma evolução de nosso candidato.
Muitos diziam por aí que a diferença seria de mais de 40 pontos. A
pesquisa é um instituto sério, porém, não sei porque medidas o universo
de pesquisados foi muito pequeno”. “Nosso candidato largou a seis
meses. Giza é candidata a oito anos”.
Mascena
disse estranhar a margem de erro de praticamente 6%. “Isso representa
1.200 votos, O que quer dizer que a diferença pode ser de apenas 6%
dentro da margem de erro”. Ele disse que na campanha vai se mostrar que o
candidato é o mais alinhado com a gestão moderna, aliado ao governador
Eduardo Campos. “Mostraremos isso na campanha, que ainda não começou”.
Para
Fátima Almeida, que representou o candidato do PT, Jair Almeida, não
houve surpresa. “Primeiro, a homologação do candidato Jair foi dia 05 de
junho. A pesquisa aconteceu antes da homologação. Muitos não sabiam se
Jair seria candidato ou não. Agora, ouvir 300 entre 21 mil que irão às
urnas, acho um desrespeito”, disse. Segundo Fatinha, as pessoas não
sabem que o candidato Jair do PT é o candidato de Lula e Dilma.
“Não
estamos duvidando da pesquisa. Mas em trezentas pessoas, nenhum disse
que votaria no candidato Jair ? Como foi essa pesquisa ?” Segundo ela, o
PT é o partido que tem chances de crescer nesta campanha.
Já
Reginaldo Remígio, representante da candidata Giza Simões (PSDB) disse
que a pesquisa é um retrato do momento. “Os candidatos foram tornados
públicos nas respectivas convenções realizadas dias 29 e 30 de junho.
Nós não podemos suspeitar da pesquisa. Temos o candidato da Frente
Popular que na qualidade de Secretário de Estado já vinha aparecendo a
um bom tempo”, afirmou. Remígio alertou a militância para buscar
manutenção da margem.
“As
eleições sempre foram polarizadas. Com esses 18% de vantagem devemos
ter um trabalho elaborado, enfático, no sentido de ampliar esta margem. É
um resultado que marca o início do processo. É o lançamento das
candidaturas. Ele concorda que a margem de erro de 5,7% é relativamente
alta. “Mas é um marco histórico, já que as pesquisas geralmente são
contratadas por partidos, candidatos ou coligações, nunca por um veículo
de imprensa”.
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Por
Nill Júnior em 09-07-2012 as 11:24
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
COLIGAÇÕES REAGEM DE FORMAS DIFERENTES SOBRE PESQUISA BLOG/MÚLTIPLA
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