quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pedra no caminho



(por Sandro Ferreira)

Enquanto uma ala do PT força a mão para que o partido e o governo desde logo tratem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como um adversário eleitoral, outro grupo prega paciência. Sob o argumento de que a realidade adiante poderá se encarregar de "esvaziar" a ideia de candidatura presidencial e levar Campos a tomar outro rumo.
É também o que pensam políticos do PSDB hoje celebrantes do altar do pernambucano por ele representar a possibilidade de um cisma sério no campo governista.
Esses tucanos e aqueles petistas compartilham do raciocínio de que embora em tese a candidatura de Campos tenha tudo para prosperar no espaço aberto pelo desgaste da dicotomia PT-PSDB, na prática a fragilidade estrutural do PSB criaria para ela um obstáculo intransponível na hora da formação das alianças regionais para sustentar a campanha.
Um número significativo - senão a quase totalidade - de deputados federais do PSB se elegeu sob a égide da união com o PT, vale dizer, o governo. Em 2014 também vão precisar de coligações fortes para se reeleger. E aí, como fazer?  (*O Estado de S.Paulo)
Clique aí e lei na íntegra  Pedra no caminho

fonte: O Estado de S. Paulo/ Blog do Magno

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