A ministra da Cultura, Marta Suplicy, afirmou nesta quarta-feira (3) que o fato de o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) presidir a Comissão de Direitos Humanos (CDH) é “um tapa na cara dos direitos humanos”.
Agência Câmara
Manifestantes barrados na Comissão de Direitos Humanos foram recebidos na Comissão de Cultura.
Durante a audiência com a ministra, a presidente da Comissão de Cultura, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), permitiu a entrada de manifestantes do movimento LGBT, que não puderam acompanhar a reunião dos Direitos Humanos.
Depois de quase um mês de protestos, os manifestantes contrários à permanência do deputado Pastor à frente da Comissão de Direitos Humanos prometem não encerrar as ações até que suas reivindicações sejam garantidas.
Impedidos de acompanhar a reunião da CDH, os manifestantes que querem a saída de Feliciano argumentam que a comissão não pode se fechar justamente àqueles que pretende defender. O presidente da Associação Brasileira GLT, Toni Reis, carregava um Regimento da Câmara para mostrar que fechar as reuniões fere a norma da Casa.
Da Redação em Brasília
Com Agência Câmara
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